Paulo Alceu
Manifesto · 2026Pré-candidato a Deputado Federal

Santa Catarina merece.
O Brasil precisa ouvir.

53 anos, acompanho o poder, cobro autoridades e traduzo a política para os catarinenses. Agora, chegou a hora de transformar experiência em representação.

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53
anos de jornalismo
SC
em primeiro lugar
UMA
voz independente
Retrato de Paulo Alceu
Santa Catarina mereceCoragemVerdadeLiberdadeFamília53 anos2026
Santa Catarina mereceCoragemVerdadeLiberdadeFamília53 anos2026

Trajetória em 5 tempos

Antes de falar — a vida.

Cinco décadas de rádio, TV, correspondência internacional e reportagem em Santa Catarina.

  1. Foto da etapa 1972 — Início no rádio

    1972

    Início no rádio

    Filho de radialista, começa cedo no ambiente do jornalismo.

  2. Foto da etapa Anos 80 — TV Globo · Rio

    Anos 80

    TV Globo · Rio

    De assistente a repórter e comentarista político.

  3. Foto da etapa Anos 90 — Correspondente

    Anos 90

    Correspondente

    Cobertura internacional na Espanha e Argentina.

  4. Foto da etapa 1992+ — Santa Catarina

    1992+

    Santa Catarina

    Constrói aqui sua carreira e identidade.

  5. Foto da etapa 2026 — Rumo a Brasília

    2026

    Rumo a Brasília

    A voz que cobrou vira representação.

A abertura

Você me conhece.

Sabe que eu passei a vida fazendo perguntas ao poder. Sabe que eu cobrei respostas quando muita gente preferia mudar de assunto. Sabe que eu vi governos passarem, promessas se repetirem, escândalos nascerem, desaparecerem e voltarem com outros nomes. Foram mais de cinco décadas olhando para a política, para Santa Catarina e para o Brasil com a mesma inquietação: por que um povo com tanta gente boa aceita ser tão maltratado por quem deveria servi-lo?

Eu não sou político. Nunca precisei disso para ter voz. Minha vida foi o jornalismo. Foi perguntar, ouvir, fiscalizar, interpretar e dizer em voz alta aquilo que muita gente pensa em silêncio. Mas chega uma hora em que falar já não basta.

Santa Catarina

O estado que entrega — e recebe pouco.

Porque Santa Catarina trabalha. Produz. Empreende. Paga imposto. Segura família. Abre igreja. Abre empresa. Abre escola. Acorda cedo e faz o Brasil funcionar sem pedir licença a Brasília.

E, mesmo assim, recebe pouco. É lembrada na hora de arrecadar, mas esquecida na hora de devolver. Mandamos muito e recebemos pouco. Carregamos peso e recebemos migalha.

Também não dá mais para fingir que está tudo normal. O medo começou a entrar na rotina. As facções avançam. A insegurança muda o caminho de quem volta para casa, o horário de quem fecha o comércio, a preocupação de quem cria filhos e netos. A desordem cresce. A liberdade diminui. A família vira alvo. A fé vira motivo de deboche. A verdade passou a ser tratada como inconveniente. Eu não aceito isso.

Não aceito que Santa Catarina se acostume com o medo. Não aceito que quem trabalha pague a conta dos abusos de Brasília. Não aceito que nossos filhos cresçam em um país onde falar a verdade exige coragem, defender a família exige explicação e discordar do poder pode virar risco.

A caminhada

Do outro lado da porta.

Eu entro nessa caminhada porque acredito que Santa Catarina merece mais.

Merece segurança. Merece respeito. Merece retorno pelo que entrega. Merece liberdade para trabalhar, empreender, educar seus filhos e viver seus valores sem pedir desculpas. E o Brasil precisa olhar para Santa Catarina. Precisa reaprender com um estado que ainda acredita no trabalho, na família, na responsabilidade, na fé, na ordem e na liberdade.

Durante a vida inteira, eu bati na porta do poder.

Agora, quero estar do outro lado e levar comigo o catarinense. Ao trabalhador que paga imposto demais. Ao empresário sufocado pela burocracia. À mãe que tem medo do futuro dos filhos. Ao prefeito que precisa ser ouvido. À igreja que acolhe onde o Estado não chega. Ao jovem que precisa de perspectiva. À família que só quer viver em paz.

A mesma voz que perguntou, cobrou e enfrentou durante uma vida inteira agora vai defender, em Brasília, aquilo que Santa Catarina é, aquilo que Santa Catarina merece e aquilo que o Brasil precisa voltar a ser.

Um manifesto

Eu não estou mudando de
lado. Estou mudando as
armas.

Paulo Alceu · 53 anos de jornalismo

0

Anos de jornalismo

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Décadas fiscalizando o poder

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Países de cobertura internacional

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Municípios de Santa Catarina

O que nos move

Quatro pilares. Uma só direção.

Não são promessas de campanha. São valores construídos ao longo de 53 anos de jornalismo e de vida ao lado dos catarinenses.

01

Liberdade de expressão

Uma democracia forte não pode ter medo de opiniões, perguntas ou críticas. A liberdade de pensar, falar e questionar é o alicerce de qualquer sociedade que se preze.

  • Defesa intransigente da liberdade de imprensa e de opinião.
  • Combate à censura disfarçada de moderação de conteúdo.
  • Respeito absoluto à Constituição e às garantias individuais.
  • Fiscalização dos abusos de poder contra cidadãos e empresas.
02

Santa Catarina respeitada

O estado que produz, trabalha e entrega precisa ser ouvido nas decisões nacionais. Santa Catarina merece retorno justo pelo que contribui com o Brasil.

  • Pacto federativo mais justo e equilibrado.
  • Mais retorno dos impostos para os municípios catarinenses.
  • Autonomia municipal e valorização dos prefeitos e prefeitas.
  • Investimentos proporcionais ao que SC entrega ao país.
03

Segurança pública

Combate firme ao crime organizado e proteção para quem trabalha dentro da lei. Nenhuma família catarinense deve viver com medo dentro da própria casa.

  • Enfrentamento direto das facções criminosas.
  • Integração permanente entre forças de segurança.
  • Fim da sensação de impunidade que humilha a sociedade.
  • Proteção às famílias e aos trabalhadores de bem.
04

Responsabilidade

Fiscalização séria, respeito ao dinheiro público e prestação de contas ao cidadão. O dinheiro do povo deve voltar ao povo, não desaparecer na máquina pública.

  • Fiscalização rigorosa dos recursos públicos em Brasília.
  • Combate ao desperdício, à corrupção e ao corporativismo.
  • Transparência total na atuação parlamentar.
  • Independência para representar os interesses de Santa Catarina.

Santa Catarina

O catarinense não quer privilégio.
Quer respeito.

Bandeiras

O que defendemos.

01

Defender Santa Catarina

  • Mais respeito ao Estado que trabalha, produz e sustenta boa parte da economia brasileira.
  • Defesa de um pacto federativo mais justo.
  • Mais retorno dos impostos.
  • Mais autonomia para os municípios.
02

Combate ao crime organizado

  • Enfrentamento das facções.
  • Mais integração das forças de segurança.
  • Fim da sensação de impunidade.
  • Mais proteção às famílias catarinenses.
03

Defesa da liberdade

  • Liberdade de expressão.
  • Respeito à Constituição.
  • Limites aos abusos dos Poderes.
  • Defesa das garantias individuais.
04

Família e valores

  • Proteção da família.
  • Proteção das crianças.
  • Liberdade religiosa.
  • Respeito à autoridade dos pais.
  • Educação sem doutrinação.
05

Trabalho e empreendedorismo

  • Menos burocracia.
  • Menos impostos.
  • Valorização de quem produz.
  • Mais liberdade econômica.
  • Respeito ao empreendedor.
06

Fiscalização de Brasília

  • Fiscalizar recursos públicos.
  • Combater desperdícios.
  • Cobrar investimentos para Santa Catarina.
  • Representar o catarinense com independência.

Quem é

Paulo Alceu.

1952 — hoje · 73 anos

Paulo Alceu
Retrato · arquivo pessoal

Jornalista há mais de cinquenta anos e uma das vozes mais respeitadas da comunicação catarinense.

Construiu sua carreira perguntando, investigando, cobrando autoridades e traduzindo para a população os principais acontecimentos políticos do Estado e do Brasil.

Sua trajetória foi feita de independência, coragem de enfrentar o poder e compromisso com a verdade.

Agora coloca toda essa experiência a serviço de Santa Catarina, transformando a voz que durante décadas fiscalizou Brasília em uma voz que irá defender os interesses dos catarinenses dentro do Congresso Nacional.

O convite

Não é sobre mim.
É sobre o que fazemos juntos.

Este manifesto só existe porque Santa Catarina existe. Cada nome que se soma vira parte da história que estamos escrevendo — a história de um estado que decidiu não aceitar menos.

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